PARTITURAS E ESCRITA

COREOGRÁFICA

A escrita de partituras de movimento permite a vivência e a descoberta do desconhecido. Há sempre dois espaços imaginados à priori: o dos resultados da escrita e o da interpretação da partitura. A partir do momento em que a escrita se torna gesto há uma inevitável revelação e um possível confronto. O que esperávamos altera-se e, ao ser colocado face à nova realidade, encontra-se sujeito a reformulações. É neste espaço entre imaginação e memória que iremos trabalhar – o lugar em que para continuar a escrever teremos que reformular – usando a experiência como principal fonte de acção.

07 DEC' 12 . Lisboa
DEMIMONDE