CELEBRAÇÃO - 2012

Fazem a CELEBRAÇÃO Andresa Soares, António Júlio, António Pedro Lopes, Cláudio da Silva, Elizabete Francisca, Gui Garrido, Hermann Heisig, João Calixto, Lígia Soares, Márcia Lança, Marianne Baillot, Nuno Lucas, Pieter Ampe, Rita Natálio, Sofia Dias, Teresa Silva, Vânia Rovisco e Vítor Roriz, entre muitos outros Imagem, design e registo vídeo Rita Barbosa Produção executiva Maria João Garcia Produção ONE LIFE STAND Coprodução Fundação Caixa Geral de Depósitos – Culturgest Apoio Fundação Calouste Gulbenkian Outros apoios alkantara, Bomba Suicida, Campo (Gent, BE), Câmara Municipal de Lisboa, Conserveira de Lisboa, Grupo Nabeiro-Delta Cafés, DemiMonde, Fonte Viva, Goethe Institut-Lisboa, Herdade dos Grous, Lança e Filho Lda., Máquina Agradável, Quinta do Monte d'Oiro, Teatro do Bairro, Tíliascoop, C.R.L. e VAGAR. Com a parceria de Mais Crítica – Seminário de Formação para Críticos de Artes Performativas – e Coração na Boca

CELEBRAÇÃO é uma festa de dança e performance, desenhada por artistas que residem, circulam, se encontram e trabalham em Lisboa.

CELEBRAÇÃO propõe, durante um fim-de-semana, espetáculos, conversas e uma festa que ocupa o teatro e cria uma janela experimental para modos de pensar e agir em conjunto.

CELEBRAÇÃO é um programa produzido por artistas que se interessam em criar espaços de convergência onde o encontro e a ação criem princípios de comunidade e relações artísticas mais próximas e profundas.

CELEBRAÇÃO não é uma cartografia da Dança e Performance que se faz em Lisboa, nem um retrato de geração ou de um grupo de artistas enquanto jovens. CELEBRAÇÃO é, antes, um convite a olhar um recorte da diferença e multiplicidade de quem insiste em trabalhar aqui e agora e em tentar junto uma ideia.

CELEBRAÇÃO é aqui este tempo e é agora este espaço que apresenta vários mundos poéticos em diferentes momentos da sua experimentação, consolidação e existência.

CELEBRAÇÃO é um convite a participar num encontro múltiplo de presenças.

Um encontro com o outro, um encontro com o público, um encontro marcado com Lisboa desenhado num movimento onde se cruzam afinidades, se estabelecem princípios de experimentação conjunta e se cria um presente que questiona as condições em que existiremos no futuro próximo.

 

Os convidados da CELEBRAÇÃO trazem 1800 pregos, 30 tábuas, 38 sarrafos, compressor, a energia inesgotável, porém volátil, de rapazes adolescentes, um corpo poroso a ligações espaciais e físicas internas e externas de potenciais (ir)realidades, um agradecimento que provoca uma chuva de legumes, a aproximação do belo homem à bela mulher ao som da Internacional, relações coreográficas mediadas, uma sensação de falha e problema, um exercício de deslocação ou um teste de sobrevivência a uma ameaça, uma happy hour de rituais antropofágicos, um forte encontro entre humor e monstruosidade e um monólogo a três vozes dirigido por uma maestrina.